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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Carnaval 2010

O carnaval desse ano foi na paz. Não lembro a última vez que passei tantos dias numa tranquilidade tão grande. A mãe e a Aline viajaram e fiquei só com o Alexandre.
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Basicamente: dormia quando tinha sono; comia quando tinha fome; acordava a hora que queria sem a preocupação de ter que arrumar a cama. Todo dia colocava o rádio na cozinha e ficava cantando enquanto preparava o almoço, uma terapia. Fui só uma noite pro buffet dos babies e voltei pra casa logo que ficou chato.
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Não fui ao carnaval da PI. Na verdade, eu até ia no dia do Zeca Baleiro. Me arrumei, me maquiei com a minha sombra-glitter dourada, me perfumei... Aí rolou um imprevisto e não deu! Fazer o quê... Depois fiquei pensando em todas as coisas que não deram certo esse ano que mal começou (algumas degringolaram drasticamente). Enfim, depois de me maldizer desse mês e meio que passou, pensei: quanto das coisas que eu planejo que realmente dá certo? Bem pouco!
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Eu não fui reclamar que o ano passado eu só trabalhei-feito-uma-louca e não aconteceu nada? Pois bem, o Alce escutou direitinho... Estou eu aqui com a minha vida cheia de nós para desenrolar! Só espero que o Alce também tenha escutado que eu estou esperando o meu moreno de 1,80m.
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Coisa boa é que o Xandi baixou o novo cd da Sade e eu escuto o tempo todo. Então, vou aumentar a lista da campanha me dê um presente legal: pode ser o livro ‘Clarice,” do Benjamim Moser; ou o cd novo da Sade. Anotaram?

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Essas horas de confusão... ²

Carnaval de 2010 em casa apenas com o Xandi...
...E comigo mesma.
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Momento de dar uns dias de trégua para as novas confusões que vieram com o novo ano. E de esperar até domingo pelo show do Zeca Baleiro e chorar uma dor de cotovelo... Ou, quem sabe, rir de uma dor de cotovelo!
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De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
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Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo
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Noite alta que revele
Um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada
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De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
.
Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo
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Se tudo passa como se explica
O amor que fica nessa parada
Amor que chega sem dar aviso
Não é preciso saber mais nada
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Acho que combino mais com a opção de rir, mas não ainda, não agora...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Essas horas de confusão...

Olho a cidade ao redor
E nada me interessa
Eu finjo ter calma
A solidão me apressa
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Tantos caminhos sem fim
De onde você não vem
Meu coração na curva
Batendo a mais de cem
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Eu vou sair nessas horas de confusão
Gritando seu nome entre os carros que vêm e vão
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você repara em mim
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Corro de te esperar
De nunca te esquecer
As estrelas me encontram
Antes de anoitecer
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Olho a cidade ao redor
Eu nunca volto atrás
Já não escondo a pressa
Já me escondi demais
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Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você repara em mim
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Eu vou contar pra todo mundo
Eu vou pichar sua rua
Vou bater na sua porta de noite
Completamente nua
Quem sabe então assim
Você repara em mim
Quem sabe então assim
Você. . .
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OBS: Eu sei que o nome da música não é o título do post, ok!

sábado, 30 de janeiro de 2010

À flor da pele

Ando tão à flor da pele
Que qualquer beijo de novela me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela" me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde com a vontade de não ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele tem o fogoDo juízo final...
Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!
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Eu nunca estive tão sensível como tenho ficado de uns meses pra cá. Não sei se é TPM, não sei se é porque eu estou precisando (muito) de colo, não sei o que é... Como na música: “ando tão à flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar”...
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Já chorei ao ver minha sobrinha brincando feliz; chorei com as tristezas das minhas amigas; chorei de saudade; chorei de solidão; chorei de angústia; chorei por não saber o que fazer.
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A minha última foi esta semana quando estava na capacitação de uma escola e depois de ver uma palestra linda e emocionante da minha coordenadora, me debulhei em lágrimas na hora que fui comentar (e ainda fiz todo mundo chorar comigo!). A Rosa Regina é uma das pessoas que eu mais admiro e a fala dela traz muita verdade, não tem como não se emocionar. E por eu estar falando dela, valeu o mico de chorar em público.
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Agora não é porque eu estou nessa fase “sofrendinho” que eu vou inventar problema pra minha cabeça, os anteriores já são suficientes. Melhor nem comentar o que anda rondando nos meus pensamentos...
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Incomoda essa minha fragilidade: eu sempre segurei as pontas dos outros, sempre dei força. Não sei lidar com isso, porque esse meu lado é muito obscuro. A maior parte do meu eu é ser o exagero da autoconfiança, ser pragmática, ser política. Essa é a minha armadura e sem ela eu sou vulnerável demais.
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Onde foi parar a minha armadura?

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Casamento do Tilso & Manu



No último sábado foi o casamento do Tilso e da Manu numa barraca da Praia do Futuro. Sem querer parecer babona, foi o melhor casamento que já fui! A cerimônia na praia foi linda, a festa maravilhosa! Tudo extremamente bem servido: não tinha fila na hora do jantar, havia chocolates até o final da festa, repertorio da banda bem animado e garçons extremamente atenciosos (não foi à toa que passei 2 dias de ressaca). Mas tudo isso não faria o menor sentido sem uma companhia agradável, e eu tive ótimas. Posso dizer que tive uma grata surpresa.
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Que os noivos sejam muito felizes e que permaneça essa saudade boa. E que a festa seja, ainda por muito tempo, inesquecível!
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Fica aí a minha foto preferida da galera do mal!
(Raphael, eu, Erikinha, Tilso, Manu, Paulão (na luz), Jessyka, Humberto, Vicente, Naza, Joãozinho)


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Assalto

“A gente coleciona assaltos.” Frase que a Dayane falou na delegacia enquanto esperávamos para registrar um boletim de ocorrência. O pior é que, apesar de ser bizarro, é a pura realidade.
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A primeira vez que sofri um assalto, eu tinha uns 19 anos. Uma prima minha de São Paulo veio morar aqui em casa e, um belo dia, a gente estava sem fazer nada e resolvemos ir à praia. Era um dia da semana e a praia estava quase vazia, quando a gente estava indo até a parada de ônibus pra voltar pra casa, vieram dois caras e levaram as nossas bolsas. Não tinha nada de valor, mas tive que refazer os meus documentos.
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Aí, o tempo passa e você começa a achar que tem superpoderes, nada vai acontecer com você. Se eu fizer um apanhado da minha vida, já dei muito mole, muito mesmo: vinholadas e calouradas loucas em que voltava pra casa sozinha de ônibus; as noites viradas no mei-do-mundo e amanhecer o dia no pior boteco do centro. Coisas que eu tenho muito a agradecer ao meu querido guia espiritual (Alce) por ter mantido a minha integridade física (a integridade moral, nem tanto...) por todos esses anos.
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Aí na segunda feira (18) saí com a Dayane e a Erika para procurar vestidos e acessórios para usar no casamento do Tilso. Um dia comum: andamos por shoppings, Mons. Tabosa, comemos sushi, paramos no Pereira pra tomar cerveja e conversar um pouco.. Já estávamos seguindo cada um para as suas casas e demos uma passadinha para pegar o Mano. Na hora que paramos o carro vieram dois caras, um armado, assaltar a gente. Foi um terror: o cara ficava dizendo que ia atirar o tempo inteiro, foi horrível...
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Sabe o que é pior, é que os caras estavam indo em direção a um taxi que estava parado um pouco mais à frente, mas quando eles passaram por nós, resolveram que ia ser a conosco mesmo... Lugar errado, hora errada. Depois o FDP do taxista, que viu tudo ficou lá... É f# essa minha mania de pensar que as pessoas agiriam como eu agiria, no mínimo, eu ia perguntar se estava tudo bem, se estavam precisando de alguma coisa...
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Parando pra pensar, a gente deu sorte em algumas coisas: O Mano não saiu na calçada enquanto os assaltantes estavam lá, não levaram o carro, o cara não percebeu que eu estava cheia de coisas atrás que a gente tinha acabado de comprar. E as coisas que eles levaram nas bolsas eram coisas que só tinham valor para nós mesmas: meu celular quebrado, um livro, a calça jeans da Dayane, o perfuminho que eu tinha dado pra Erika no natal. Não tínhamos dinheiro... Só a Erika que tem que tirar os documentos novamente e teve que cancelar todos os cartões e cheques.
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Não quero dar uma de coitadinha e dizer: poxa, eu e as minhas amigas batalhamos tanto; nos preocupamos tanto com as minorias e injustiças sociais; a gente consegue um pouquinho a mais com tanto esforço; por que foi acontecer logo com a gente?... Não é que não devia ter acontecido isso comigo, não devia acontecer isso com ninguém! A Erika tem a “bolsa do ladrão” com um monte de besteira, dentro do carro; infelizmente ela estava com a bolsa de uso normal no colo e acabaram levando-a. Parece ridículo você contar com a possibilidade de ser assaltado e ter outra bolsa para eles levarem; e o pior é que é necessário.
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Bom, essa já valeu pelo “susto-do-ano” e pelo “teste-de-paciência-do-ano” (passamos 2h na delegacia pra fazer um B.O.). Que venham coisas melhores para este ano!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

2010 vai ser...

Não sou de fazer muitas projeções, mas tenho certeza que este ano vai ser muito louco, no sentido de que muitas coisas vão mudar radicalmente. Espero que sejam para a melhor, preciso que sejam para a melhor!
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To na expectativa de um novo emprego que, finalmente, vai me render a estabilidade que eu tanto quero. Torcendo muito para que dê certo, principalmente, que eu me dê bem lá.
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No segundo dia do ano, surpreendentemente, uma grande amiga de quem sinto muito falta entrou em contato comigo. Uma surpresa dessas no início do ano só me fez confirmar que este ano poder ser muito bom. Ela fez parte da melhor época da minha vida, apesar de eu ter mudado um pouco de lá pra cá, queria muito que voltasse a ser como antes.
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Já dei início ao projeto “Dar chance às pessoas”. Comecei bem: já promovi um desafeto a colega! Mas quando se trata de dar chance aos paqueras, confesso que ainda está difícil... Dia desses saí e comecei a conversar com um cara. Depois de um tempo de papo, até animado, ele fala: “Não gostei de te conhecer. (silêncio de uns 10 segundos) Eu adorei!”. Desanimei... Alguém me faz o favor de dizer pra ele que só quem pode falar clichê é personagem de novela do Manoel Carlos.
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Mermão, é ano de Copa! Serão vários motivos semanais para encontrar a minha turma querida e fazer risca-facas!! E, como não poderia deixar de ser, a diretoria já está a um passo à frente: já estamos pensando na arte das nossas camisas personalizadas! O Brasil não precisa nem ganhar, a gente comemora do mesmo jeito!
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Por falar em estar juntos dos amigos, quero deixar a minha solidariedade para uma grande amiga que eu amo demais e que enfrentou as piores barras possíveis em 2009 e que, ainda este ano, a fase ruim não passou. Amiga, estou aqui para o que der e vier, não deixa de contar comigo seja para o que for! Tenho certeza que as coisas vão começar a dar certo, já te falei que a tua música é “Dura na queda” do Chico.
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Gente, a Elvira vai casar! Vocês não têm ideia da magnitude desse acontecimento! E ontem foi o chá de panela dela: muuuuuuuuuito massa! Muito bem decorado; comidinhas maravilhosas (destaque para os copinhos de chocolate da Daya); bebidinhas maravilhosas (destaque para a minha batida de abacaxi com hortelã); seu Pantico enchendo o saco de todo mundo (sobretudo o meu); LaBelle e sua chiquérrima taça de Martini com uma cereja dentro; a família Madeirada se passando; a nossa mesa autointitulada “mesa das pessoas legais”. E o melhor de tudo foi quando o pessoal foi embora e ficou só a “organização do evento”, fizemos a brincadeira de vedar a noiva e mandar ela descobrir quais eram os presentes. A gente filmou tudo e fui assistir depois com a Dayane, é de chorar de rir! A Dayane bolou no chão (literalmente) de tanto rir.
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Depois de um aniversário que fui semana passada, nunca mais vou conseguir ouvir Zé Ramalho na vida! As músicas dele são uma viagem por si só, não precisava mais de nada.. Quando eu era criança, eu tentava entender o que diabos era “em meu cérebro, coágulos de sol” (Avôhai); ou então, “Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão-vizir” (Chão de Giz), aliás, a música inteira é uma viagem, nem Freud explicaaaaaaaa! Aí, um amigo de um amigo estava explicando a letra de “Frevo Mulher” verso por verso lá no aniversário....
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Um ano que começa assim tem tudo pra ser, no mínimo, diferente. E olhe que eu só comentei o que é publicável! Hehe
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Ah! Sei que é muuuito cedo ainda, mas se eu não fizer as coisas com muita antecedência, não rola do jeito que eu quero, então a Amanda’s Party 2010 já está com lista de convidados fechada (só os poucos e bons), o lugar 90% decidido e cardápio decidido também. Falta ver o tema e outras coisinhas... Iniciando a campanha “Me dê um presente legal” eu sugiro a biografia da Clarice LispectorClarice , ” do Benjamin Moser. hehe