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domingo, 16 de novembro de 2008

Tenho mais idade pra isso não!

Há algumas semanas eu havia iniciado um post que nem cheguei a concluir (muito menos publicar) que fala sobre a fase que eu estou vivendo agora, da minha apatia. É um achar que eu já sei de tudo e não me importar com as coisas em geral. É um não ter vontade de atender ao celular quando já sei que é aquela pessoa chata que vai te alugar com besteira um tempão; não ter vontade de sair em começo de mês porque todos os lugares estão lotados... Desisti completamente de tentar agradar, e isso está virando um problema, estou me tornando realmente antipática! Eu não consigo virar, de cara, amiga de uma pessoa que eu acabei de conhecer. Se a pessoa vem com muitos sorrisinhos eu desconfio logo. Eu acho até legal as pessoas que têm essa capacidade de fazer amigos do nada, mas eu não sou assim. A minha apatia se estende ao lado físico mesmo, não faço mais as mesmas coisas de antes: passar dias na farra; beber todas, enfim...
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Por essas e por outras acabei repetindo uma frase que acabou virando um jargão pra mim: "tenho mais idade pra isso não". E não tenho mesmo! Quanto às coisas existenciais não tem como se evitar de passar por situações de sofrimento ou de angústia; mas percebo algumas coisas que eu vivi e vejo como eu já fui babaca. E o sou até hoje e, mesmo com os meus erros eu não vou deixar de cometê-los novamente porque a gente sempre acha que está vivendo o novo. O que é existencial foge um pouco dessa regra porque eu sempre vou olhar pra trás e me sentir uma idiota. Mas com o tempo os erros vão se tornando menos frequentes. A causa de esses erros se tornarem menos evidentes com o passar dos anos, acredito eu, que seja causa dessa apatia. A falta de coragem de arriscar, achar que está tudo indo bem, ou que não vale a pena mudar alguma coisa. Quando eu era adolescente me perguntava o por quê de os mais velhos serem tão ranzinzas se eles já passaram pela mesma fase fazendo muito pior do que eu fazia. Hoje eu me sinto ranzinza e acho que deve ser por achar que já se sabe tudo, que tudo é um grande besteira.
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Retomando... A maior incidência de casos em que eu repito o meu jargão é em questões físicas mesmo! Eu tenho vontade de passar 1 dia que seja sem fazer nada! Só com uma cama, tv, dvd e comida na geladeira. Sem ninguém perto de mim num raio de 3km, sem telefone, sem internet (pra eu não inventar de olhar e-mail, orkut, etc), sem barulho, só o som de uma bossa nova... Ai, ai! Sem essa agitação de trabalho, de casa, de faculdade; sem o telefone tocando, sem internet pra você dizer que vai passar 30 minutos e passa 3h olhando besteira, sem mãe pra ficar perturbando o tempo inteiro; sem sair com um monte de gente pra ficar aguentando bêbado falando mal de mulher (também, vá ver que tipo de homem que ele é!) e na hora de ir pra casa sempre tem um que faz a cabeça de todo mundo pra passar em outro lugar. Tá bom, admito que estou exagerando!! Tô pecisando é de férias!
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Mas eu nunca repeti tanto que "eu não tenho mais idade pra isso" quanto ontem... Eu, realmente, não tenho mais idade pra isso! Ontem teve show de uma banda de rock que eu gostava na minha adolescência, o Offspring e resolvi ir. No começo tava tudo massa, imaginei que ia ser super tranquilo por o lugar do show ser meio play e achei que a galera não ia fazer aquelas coisas de troglodita. Pelo menos era o que eu achava! Quando começou o show, um monte de pitboy começou a bater uns nos outros, começaram a empurrar todo mundo... Fui empurrada, levei cotovelada, pisaram no meu pé, um verdadeiro caos! Isso durou uns 30 minutos em que eu me amaldiçoei 1000 vezes de nunca mais inventar de ir pra show de rock e ficar no meio da muvuca.
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Tenho mais idade pra isso não!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Quem quer contos de fadas???

Segue um texto abaixo (parece até que eu tô no colégio) que é de autoria da amiga de uma amiga minha. Bom, ela tem nome então é melhor falar que é da autoria de Bárbara Monte. Acredito que as pessoas vão acabar se identificando com ele, pelo menos essa é a minha expectativa. Quanto a mim, sempre pensei dessa forma... Bem, mais ou menos... Explico: não acredito em idealizações desde os primórdios da minha adolescência porém, embora não acreditasse nos príncipes, queria ser a princesa.
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Enfim, de princesa só tenho a letra "A" mesmo... Sou muito mais imperfeita do que qualquer um possa imaginar, e eu adoro isso! Tenho a minha maneira de ser e, no mais, não sou coitadinha, muito menos indefesa.. E hoje, ainda mais do que nunca, não tenho nenhuma preocupação em agradar. E vamos ao texto:

"Dia dos namorados, vejo flores no ambiente de trabalho, bares e restaurantes cheios de casais amorosos. Até dentro do ônibus o cansaço se torna doçura nos abraços, tudo é terno.
Uma colega me falou sobre o sonho do "príncipe encantado". E eu? Eu não gosto de príncipe encantado. Aliás, eu acho príncipe encantado chatíssimo!!!! Um tédio como uma ópera de Antônio Salieri. Sua falta de encanto é resultado da necessidade de ser encantador. Ele é "perfeito", previsível. Sabemos exatamente como o príncipe encantado vai agir diante de cada situação, o roteiro não muda. Branca de Neve, por exemplo, deve ter algum déficit cognitivo. Ela é maltratada pela madrasta e aceita, ou seja, uma personalidade fraca. Abre a porta para uma velha tétrica e ainda aceita maçã de uma estranha. O príncipe é um necrófilo que aceita beijar uma defunta no caixão!!!! Sem comentários....
Cinderela, é outra submissa, aceita ser escrava da madrasta e das filhas desta. Coitada, sem dúvida apresenta traços de psicose, tem alucinações auditivas ao ouvir bichinhos cantando e costura roupinhas para pássaros e ratos. Quer se passar por "socialite" para ir no baile do príncipe, mais uma sem personalidade....O príncipe coloca o seu vassalo para procurar a mulher que ama. Dá para respeitar um homem que não toma a iniciativa de procurar a mulher e prefere esperar notícias por terceiros?
Até o Shrek foi uma decepção. Achou que para conquistar a princesa Fiona, tinha que tomar uma poção para se transformar em outra pessoa!!!! Pessoas que usam máscaras não são confiáveis.....
Por falar em se tornar outra pessoa, Ariel vendeu até a voz para se tornar humana,visando conquistar o príncipe Erick.Um abobalhado que tinha vergonha de beijar a moça e ainda foi enganado facilmente pela bruxa, que se apresentou com uma bela mulher. O que ocorre facilmente com os homens....
Vocês devem estar pensando, que se príncipes encantados não me encantam então ninguém mais o fará. Ao contrário, sou profundamente encantada por um outro tipo. O Lobo Mau! Sim, ele não se veste com plumas, calças de veludo, meias e mangas bufantes.... Ele é um predador e sabe caçar. Ele pode até se alimentar de uma presa fácil, mas ele foi criado para as presas difíceis, aquelas que não ficam esperando alguém para salvá-las, que sabem andar na floresta, mesmo as que parecem ingênuas e frágeis como a Chapeuzinho Vermelho. O Lobo Mau se apresenta de forma simples, sem cavalos imponentes e castelos, pois a única coisa que ele precisa é uma boa conversa, para saber as informações mais importantes da Chapeuzinho. Ele encontra atalhos, elabora estratégias e até pode correr riscos, mas ele sabe o que quer e vai atrás.
É, eu prefiro o Lobo Mau, ele vê melhor, ele ouve melhor, ele cheira melhor e no final ainda come!!!!....rs....rs"

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Casual


É sempre bom saber que naquele dia X você terá uma folga do trabalho, ou uma horinha livre em que se pode combinar algo com os amigos, jogar conversa fora ou sair por aí. Mas é melhor ainda quando se está num dia daqueles, sem a menor expectativa de sair de casa e ver ninguém e, de repente, surge aquele convite de última hora, quase uma convocação extraordinária, que é imperdível. Eis que mais um dia comum vira um inesquecível momento.

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Eu sou verdadeiramente fascinada por essas coisas casuais... Mudar a estação do rádio e escutar aquela música que você adora e que há tempos não ouvia; Sair por aí e dar de cara com aquele amigão seu que você tinha perdido o contato; passar por um cinema e decidir que vai assistir um filme (fazia tanto isso antigamente); conhecer ma pessoa interessante num lugar inesperado (ihhh, esse daí tá meio difícil de acontecer!); ou receber a ligação de um amigo para algum programa inesperado.

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Lembro que há alguns anos isso acontecia mais frequentemente comigo, principalmente nos dias de "feira". Era quase comum estar pela faculdade e de repente decidir que, ao invés de ir embora pra casa, a gente ia esticar um pouquinho até amanhecer... Como esquecer das quintas das garotonas... Neste ano em questão, isso tornou-se quase impossível: trabalho demais; a preguiça; o sedentarismo; tudo isso contribuiu para que as minhas noites semanais fossem de ir direto pra cama dormir, no máximo algumas horas de internet. Já houve dias em que eu cheguei em casa de manhã e fui direto pro trabalho. Atualmente eu nem cogito essa idéia, só de pensar que eu vou passar o outro dia falando o tempo inteiro, em pé me dá logo um desespero de ir pra casa dormir, nem que seja por poucas horas. Esse negócio de virar 2 dias não é mais comigo, criei uma dependência muito grande da minha cama. Minha disposição e agitação se resumem ao sábado e domingo.

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Ontem foi um desses dias casuais e maravilhosos!! Estava eu dormindo no quarto da minha mãe (é que toda vez que eu fico assistindo tv lá eu acabo dormindo) e o meu celular toca com a Dayane gritando do outro lado que está tendo show do Geraldo Azevedo na Concha Acústica da UFC. Eu sabia que ia ter esse show e já estava programadíssima pra ir, mas eu pensava qu ia ser no dia seguinte... Enfim, a Dayane gritou: "pega um mototáxi e corre pra cá!". Eu fui de ônibus, mas cheguei rapidíssimo! Foi muito bom! A Dayane estava com a Evaniele por lá, depois encontramos com a Erika que estava com a Elis e ficamos todas curtindo por lá. Terminou cedinho, fomos pra casa e deu pra dormir bem de noite... Amei: música boa, lugar legal, ótimas amigas pra fazer companhia.

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O que seria dos dias monótonos sem o casual???

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O que sou?

Se sou alegre ou sou triste?
...Francamente, não o sei.
A tristeza em que consiste?
Da alegria o que farei?
Não sou alegre nem triste.
Verdade, não sou o que sou.
Sou qualquer alma que existe
E sente o que Deus fadou.
Afinal, alegre ou triste?
Pensar nunca tem bom fim...
Minha tristeza consiste
Em não saber bem de mim...
Mas a alegria é assim...
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Fernando Pessoa

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Pensamentos

Coloquei uma frase no último post que me deixou pensando; escrevi que eu acho que está tarde demais para esperar que este ano ainda dê uma guinada e cedo demais pra tecer expectativas para o próximo ano...É como se eu estivesse me colocando em um meio-momento imaginário a espera de algo acontecer e me veio à cabeça as teorias do tempo lacaniano e alguma coisa de Schopenhauer. Esse ano maluco teve tantos aspectos negativos que a vontade que dá é de dar uma parada, esquecer de tudo, criar a ilusão que as coisas seguem conforme a nossa vontade para que possamos sofrer menos. Por outro lado, "vontade (ou desejo, ou a vida, ou a existência) oscila como um pêndulo entre o tédio e o sofrimento".
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A minha monografia trata sobre o sofrimento metafísico. Falo sobre todas essas ilusões que a gente cria pra encontrar a paz, e muita gente consegue. A maioria das pessos conseguem viver perfeitamente a vida sem refletir sobre ela, sem sofrer com a miséria que é o ser humano: vil, mesquinho, egoísta. Mas e quem vê que tem alguma coisa errada? Esse vai passar o resto dos seus dias como no pêndulo. O que fazer? Não desejar.. Mas quem não deseja, deseja não desejar. Então você nunca estará liberto. Como já dizia na música belíssima do Renato Russo: "tudo é dor e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor".
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Começei a escrever um monte de coisa que acho que ninguém além de mim entenderia, por isso apaguei. Falar de sofrimento me deixa meio exaltada. O fato é que tem momentos que eu só queria não ter que sentir, queria ser como a maioria das pessoas. Queria não ter ninguém depositando expectativas em mim; querendo que eu tenha sempre uma posição coerente. Eu, definitivamente não me importo com o que as pessoas pensam de mim, já passei dessa fase há muito tempo (embora eu tenha problemas em ser questionada); a minha solução pra isso é que eu sempre me achei melhor e mais inteligente que as outras pessoas (e, realmente, eu acredito que isso seja verdade). Eu me importo é com o que as pessoas que eu gosto esperam de mim! Eu sou professora e por isso tem um monte de crianças que me têm como referência, convivo com pessoas que acreditam em mim, tenho uma sobrinha que eu pretendo educar para ser uma menina honesta, tenho uma mãe que, embora eu ache que ela me explora (rsrs), tem coisas que ela só pode contar comigo. Com essas pessoas que eu me preocupo e por essas pessoas que eu vejo que não teria como eu ser de outro jeito.
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Essa discussão rende muito ainda... Vou pensar essa noite com os meus pensamentos a mil, afinal são essas inquietações que dão sentido a qualquer coisa que eu faça.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Outubro??? Já?

Gente, estamos a 2 meses do fim do ano! Eu, pelo menos, sempre acabo criando uma expectativa que o fim do ano é uma coisa que te traz calma, alegria... E tem todas aquelas festas; e a família começa a decidir em qual casa festejaremos; e os meus amigos se organizam pra fazer uma confraternização (bem ao nosso estilo); e escolhemos um lugar bacana pra passarmos o reveillon juntos; e vamos ao supermercado encher milhares de carrinhos e se entupir de comida gostosa; e tem toda aquela lista de presentes que a gente compra e que a gente ganha. Bom, definitivamente, este ano é diferente dos outros. Eu não vejo a hora de entrar em férias, é verdade, mas eu queria ter mais tempo...
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Eu tenho a impressão que esse ano aconteceu coisa demais e tão rápido que não deu tempo de eu processar. Esse foi o ano das confusões: algumas boas (poucas) e grande maioria ruim... Teve confusão no carnaval; teve confusão no meu aniversário; teve confusão no trabalho; tem a confusão da formatura, que é a mais desgastante de todas. Brigas nem se fala... Briguei com minha irmã, com algumas amigas, com a minha mãe, com outras pessoas. Houve a briga dos outros que me afetaram diretamente. Esse ano foi de um desequilíbrio que eu nunca poderia imaginar. Tem horas que eu penso que ano devia ter um pouco mais de tempo pra eu poder organizar algumas coisas, pra quando chegar dezembro a gente possa comemorar em paz. Fazer o, já tradicional, pós-Natal na casa do Luis: depois de passar a ceia com cada família a gente junta os restos das comidas e leva tudo pra casa do Luis pra comer e beber até de manhã.
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Agora eu tô meio perdida... Acho que já esta tarde pra esperar que este ano ainda dê uma guinada, a coisa ta tão ruim que até os EUA entraram em crise... Ao mesmo tempo, ainda tá cedo demais pra começar a tecer expectativas pro próximo ano. Mas, como já diria o meu ídolo Chico "a gente vai levando"!
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Pra terminar, amanhã é aniversário da Elvira. Como eu não tenho a menor criatividade de dar presente comprei algumas coisas de mulherzinha pra dar pra ela. Queria comprar alguma roupa de frio ou algo do gênero já que ela ta viajando pra caramba, mas não tive nem tempo nem disposição de ir pra shopping. Ele me deu um livro massa da Maria Adelaide Amaral (que deu origem à serie da Globo "Queridos amigos"), que até hoje eu não terminei de ler... Desculpa amiga, prometo que assim que eu terminar a monografia eu termino de ler o livro que você me deu! O tema da festa dela é Festa Drag: todo mundo (pelo menos as mulheres e os homosexuais) irão de drag-queen, não faço a menor idéia de como eu vou vestida, mas tudo bem.
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Na semana passada chegamos à conclusão que quando juntamos Dayane, Elvira e eu a gente perde a noção das coisas. A gente pode até ter cara de sérias e desempenharmos papéis burocráticos, mas quando nos juntamos vira uma putaria generalizada que faz com que quem conheça a nós três não nos leve a sério. Nos demos conta disso na sexta passada quando nos encontramos no comecinho da noite, mortas de cansadas do trabalho, num estúdio em que tiramos umas fotos para a formatura. Um cara que nunca tinho visto a gente ficou chocado com os comentários que fizemos quando começamos a escolher as fotos. Bom, deixo isso pra lá, afinal a gente nem têm se encontrado tantas vezes assim...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

25 - 12 = 13

Mais um período eleitoral chega ao seu final e Luizianne Lins será prefeita mais uma vez em nossa cidade, eleita em 1o. turno. Bom, algumas considerações devem ser feitas:
*Aquela Patrícia Sabóia demonstrou que não tem o menor preparo emocional, perde a compostura com a mair facilidade. Também não sabe interagir: fica sem ação quando é pêga de surpresa; se contradiz.
*Moroni Torgan, não preciso nem comentar...
*Renato Roseno é um lord, votei nele para governador nas últimas eleições (em que fatidicamente que ganhou foi o Cid). Tenho certeza que ele ainda vai ser eleito em algum cargo importante dentro do Ceará, mas dessa vez não votei nele por achar que a Prefeita tem de dar continuidade aos projetos que ela colocou em andamento.
*Luizianne Lins mostrou que durante esses 4 anos teve muitas falhas, viu que temos muitas dificuldades dentro de nossa cidade e ela teve que fazer algumas escolhas, algumas certas, outras erradas. Mas eu acho que ela acertou muito quanto a lutar pelas minorias, quanto a fazer um governo voltado para as classes mais baixas, estar voltada para o lado social e ser democrática. Eu acredito sim que as coisas possam melhorar se houver uma descentralização da renda onde mais pessoas tenham mais oportunidades. Ah, e eu sou completamente apaixonada pela oratória dela, lembro da primeira vez que ela ganhou e citou a Hanna Arendt no discurso.
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Como não podia deixar de ser, lá estava eu na Avenida da Univesidade, devidamente adesivada comemorando a vitória da Luizianne. Ficou estimado que 60.000 pessoas estavam lá. Fui com a Dayane e a Erika. Quando a gente chegou, o trio tava tocando umas músicas dos anos 80 algumas do Chico Buarque. Depois começou uma banda com forró pé-de-serra, bommmm demais. Dancei muito! Ficamos esperando a lôra discursar e ela só chegou por volta de meia noite, dessa vez citou o "compaheiro Guevara". Depois rolou o som (maravilhoso) da Dona Zefa, mas ficamos pouco tempo, infelismente a gente tem que trabalhar na segunda-feira...Cheguei em casa 1h. A Dayane falou que devia ser decretado feriado um dia após as eleições porque quem ganhou vai comemorar e que perdeu vai chorar as mágoas. Concordo plenamente!! A cara de ressaca que eu tava hoje de manhã tava triste...